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	<title>Permaré</title>
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	<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:25:10 +0000</pubDate>
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		<title>sobre</title>
				
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		<pubDate>Wed, 17 May 2023 18:22:38 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Permaré</dc:creator>

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Sobre — perMaré&#38;nbsp;

&#38;nbsp;

 



	perMARÉ trabalha com memórias, arquivos, bibliotecas anti-coloniais e consequentemente ressignifica os processos identitários. Ao trazer uma cartografia de conhecimentos plurais das cidades procura desaprender a naturalização da dicotomia centro/periferia cuja demarcação expressa uma localização racializada do poder. É fundamental promover conhecimentos anticoloniais sobre as histórias do corpo e do território num momento em que no Brasil e na Europa enfrentamos intolerância étnica, de género e sexual na sociedade.

Dr. Fabián Cevallos VivarInvestigador na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa; Pós-doutor em Artes, FBAUL; Doutor em Pós-Colonialismos e Cidadania Global pela Universidade de Coimbra; Mestre em Educação Superior, Universidade de Barcelona; Licenciado em Filosofia, Sociologia e Economia pela Universidade de Cuenca. 

Seus interesses de pesquisa incluem debates sobre estudos pós-coloniais, subalternidade e teorias feministas decoloniais aplicadas às artes performativas em contextos de culturas periféricas.


	  

	
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		<title>bio</title>
				
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		<pubDate>Fri, 12 May 2023 13:12:22 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Permaré</dc:creator>

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		<description>
Biografia — Fabián Cevallos Vivar


Investigador na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa; Pós-doutor em Artes, FBAUL; Doutor em Pós-Colonialismos e Cidadania Global pela Universidade de Coimbra; Mestre em Educação Superior, Universidade de Barcelona; Licenciado em Filosofia, Sociologia e Economia pela Universidade de Cuenca. 

Seus interesses de pesquisa incluem debates sobre estudos pós-coloniais, subalternidade e teorias feministas decoloniais aplicadas às artes performativas em contextos de culturas periféricas.&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#60;img width="443" height="69" width_o="443" height_o="69" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/35c4839589fa23a9c558e2d8b71aca4523778891ac15da80748ae4bbbd5376ae/perMARE-cienc.png" data-mid="184206864" border="0" data-scale="17" data-no-zoom="true" src="https://freight.cargo.site/w/443/i/35c4839589fa23a9c558e2d8b71aca4523778891ac15da80748ae4bbbd5376ae/perMARE-cienc.png" /&#62;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;

	&#60;img width="1470" height="1715" width_o="1470" height_o="1715" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/9b77e0399e1b4904b3bf1d3ffab6c511e3019fe686b2e2703f96fced6c5d5dbd/Foto-perfil.jpg" data-mid="186139457" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/9b77e0399e1b4904b3bf1d3ffab6c511e3019fe686b2e2703f96fced6c5d5dbd/Foto-perfil.jpg" /&#62;

	&#38;nbsp;
 &#38;nbsp;

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		<title>chamadas</title>
				
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:25:10 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Permaré</dc:creator>

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		<description>
Chamada abertas 
Chamada para artigos inéditosCuradoria Anticolonial em Portugal: Arquivos, Narrativas e Práticas
Contemporâneas
&#38;nbsp;.

	
	&#38;nbsp;
 &#38;nbsp;

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		<title>Introdução</title>
				
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		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 10:58:08 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Permaré</dc:creator>

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		<description>
Introdução


 

O propósito central deste livro é reunir conceitos para uma crítica anticolonial da estética. Os estudos pós e decoloniais, assim como os feminismos contra hegemônicos, têm sido uma pauta recorrente para autoras e autores que, a partir de seus contextos e perspectivas teóricas, problematizam as diversas tensões presentes no campo das artes. 
Neste sentido, com a escrita deste Glossário Anticolonial para as Artes, não buscamos reinventar ou fixar um novo cânone estético. Em oposição ao pensamento iluminista, que criou a ideia de um compêndio de conceitos fixos e universais articulados em uma enciclopédia, a proposta deste livro é explorar usos diversificados, desmistificar as relações de poder e hierarquia presentes nas gramáticas e linguagens sociais, e analisar as genealogias difusas dos saberes críticos sobre a persistência insidiosa dos “colonialismos” e dos “heteropatriarcados” nas estruturas epistemológicas e ontológicas contemporâneas.

Desta maneira, buscamos dar lugar às nossas inquietações. Artistas e pesquisadoras abrem caminho para o desenvolvimento de questionamentos com o objetivo de desnaturalizar um pensamento teleológico. A elaboração de um novo léxico crítico — incompleto e em constante evolução — procura oferecer palavras-chave para um mapeamento do pensamento estético da diferença.

Mais do que um dicionário, este livro é um arquivo de pensamentos nascidos das circunstâncias artísticas enfrentadas pelos corpos que o escrevem. Um arquivo somático anticolonial que, nesse sentido, não se apresenta como um glossário de palavras, mas de conceitos compostos. Trata-se de um vocabulário em formação constante e em transformação, com pontos de vista diversos, aberto ao uso e à modificação à medida que adquirimos mais ferramentas e construímos nossa biblioteca anticolonial das artes.

Três eixos principais articulam os conceitos aqui apresentados:
Desabamento: conceitos que questionam a matriz colonial, capitalista e heteropatriarcal, destacando a necessidade de desvinculação dessa estrutura. Exemplos: ação política artística feminista, anti-monumento, antirracismo, corpo, educação antirracista, experiências epidérmicas, feminismos, museu, periferia-centro, patrimônio, perspectiva.Conexão: conceitos que possibilitam a criação de lugares não convencionais e assumem o risco de imaginar novas possibilidades situadas em suas áreas temáticas. Exemplos: corpo-fílmico, corpo-político, cultivo-cultura, desenho, espacialidade, estéticas descoloniais, fronteira, memória, movimento, utopias periféricas.Termos familiares: conceitos que precisam ser revisitados à luz da polissemia contemporânea. Exemplos: arte contemporânea afro-brasileira, arquitetura, arquivo, cultura visual, educação artística, visualidades camponesas.
Cada entrada apresenta uma breve lista de duas ou três referências essenciais como sugestão para que leitores e leitoras construam a sua própria biblioteca. Respeitamos a marca autoral de cada contribuição sem limitações. Esta proposta coletiva reúne um grupo de intelectuais e artistas provenientes e atuantes em países como Angola, Brasil, Colômbia, Cuba, Equador, Espanha, França, Inglaterra e Portugal. Nosso mais profundo agradecimento pelas valiosas contribuições.

A desnaturalização da violência, a recusa à domesticação no uso das palavras e a indisciplinaridade são, de fato, premissas centrais desta proposta.


Fabián Cevallos Vivar</description>
		
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		<title>convidads</title>
				
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		<pubDate>Thu, 18 May 2023 11:05:15 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Permaré</dc:creator>

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Investigadorxs — convidadxs

Ana Catarina Zeferino Moura&#38;nbsp;



	&#60;img width="2184" height="2899" width_o="2184" height_o="2899" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/06631d1c9203efc62ba3a8a05ce2c07e980b0e3d8843617c431352137679712b/foto.jpg" data-mid="223763860" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/06631d1c9203efc62ba3a8a05ce2c07e980b0e3d8843617c431352137679712b/foto.jpg" /&#62;

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Portugal&#38;nbsp;
 &#38;nbsp;&#38;nbsp; 
Licenciou-se em Arte Multimédia, na FBAUL, e concluiu o mestrado em Estética e Estudos Artísticos, com área de especialização em Arte e Culturas Políticas, na NOVA FCSH. Interessa-lhe compreender o modo como a história tem vindo a ser contada e o conhecimento a ser transmitido, e investigar as formas como a arte e as instituições culturais podem contribuir para alterar, ou expandir, estas convenções. &#38;nbsp; &#38;nbsp;
anacatarinazmoura@gmail.com 

Colonialismo em Portugal


Ana María Castro Sánchez&#38;nbsp;


	&#60;img width="880" height="1280" width_o="880" height_o="1280" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/100b353981cc5924a4d193106d3fac43378f24ce0cc5b94ed9b6aab192c7e758/ana-Castro-Sanchez.jpeg" data-mid="221722094" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/880/i/100b353981cc5924a4d193106d3fac43378f24ce0cc5b94ed9b6aab192c7e758/ana-Castro-Sanchez.jpeg" /&#62;


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Colombia&#38;nbsp;
Universidad del Tolima
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;
Por los caminos de la academia he deambulado desde el pregrado en ciencias sociales, pasando por una maestría en estudios de la cultura y otra en género y desarrollo, hasta llegar al doctorado en sociología donde tuve más tiempo para seguir indagando sobre la relación entre arte y política en el activismo feminista con artistas y activistas de mi país. Desde hace algunos años soy aprendiz de docente en la Universidad del Tolima en Ibagué, Colombia, desafiando los procesos (de)formación para que hagan parte del aprendizaje sociológico las teorías y metodologías de investigación feministas; también vinculada a las responsabilidades institucionales de prevención y atención de las violencias machistas en la Universidad. Soy activista feminista desde hace más de 25 años, desde y con diferentes apuestas colectivas gracias a las cuales aquí estoy.&#38;nbsp; &#38;nbsp; 
amcastros@ut.edu.co 

Acción política artística feminista&#38;nbsp;


Denise Santos



	&#60;img width="320" height="416" width_o="320" height_o="416" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/2178978e616ca79724e786472906757991f96b67ed3095e75c5e64bbdede62c2/Imagem1.png" data-mid="184202197" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/320/i/2178978e616ca79724e786472906757991f96b67ed3095e75c5e64bbdede62c2/Imagem1.png" /&#62;
	&#60;img width="600" height="941" width_o="600" height_o="941" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/0fe7f7434656819be208c9fa9abdbdbd3296a2f1b395d82e4809a36fd2177ce8/Atlantico-vermelho--impressao-digital-sobre-tecido--recorte--acrilica-e-costura--127-x-110-cm--2017.-Imagem--Claudia-MeloReproducao.jpeg" data-mid="184202751" border="0" data-scale="98" src="https://freight.cargo.site/w/600/i/0fe7f7434656819be208c9fa9abdbdbd3296a2f1b395d82e4809a36fd2177ce8/Atlantico-vermelho--impressao-digital-sobre-tecido--recorte--acrilica-e-costura--127-x-110-cm--2017.-Imagem--Claudia-MeloReproducao.jpeg" /&#62;




Portugal / 1998
ESAD Caldas da Rainha&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;Designer, estudante e artista com interesse em aspetos intelectuais, políticos e artísticos dentro do design, da cultura e da arte. Atualmente trabalha em diversos projetos de carater artístico e ativista. Enquanto filha de país cabo-verdianos, procura a valorização do passado, presente e futuro de pessoas negras, reescrevendo e reconstruindo histórias de forma crítica e decolonial.
denisantos.30@hotmail.com 

Arquivo/MemóriaElisabete Oliveira


	&#60;img width="555" height="366" width_o="555" height_o="366" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/32fab79a154ad2842c40b924f9971672f1a0246e5ec54ed0d786f9201f00932e/Captura-de-Tela-2023-12-05-as-11.59.39.png" data-mid="198632669" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/555/i/32fab79a154ad2842c40b924f9971672f1a0246e5ec54ed0d786f9201f00932e/Captura-de-Tela-2023-12-05-as-11.59.39.png" /&#62;
	&#60;img width="555" height="402" width_o="555" height_o="402" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/d0dec9b4f213a7568563fc9a6b8c3048d408a61a2fdc42a0db444fb3274e1812/Captura-de-Tela-2023-12-05-as-12.03.23.png" data-mid="198632764" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/555/i/d0dec9b4f213a7568563fc9a6b8c3048d408a61a2fdc42a0db444fb3274e1812/Captura-de-Tela-2023-12-05-as-12.03.23.png" /&#62;





Lisboa /&#38;nbsp; 1942
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; Cursou Pintura Complementar ESBAL / Cs. Pedagógicas UL (Univ. Lisboa); Estágio e Exame de Estado / U. London Institute Education – Art &#38;amp; Design Ed. Diploma; Ph D Course. Bolseira FCG. Docência: Básica e Secundária ’65-’85; FPCEUL´85-’06 - Formadora: 400 Profs/Investigs (Ed. Visual e Tecnol. Ed.); e Escola Superior Teatro e Cinema, ’05 e ’06. Planeadora Curricular Nacional. PhD-Cs. Ed. UL. 1ª portuguesa Conselheira Mundial INSEA/UNESCO ’88-’97. Co-fundadora de Sindicato e Associações, Honorª APECV. Colab. Museus/Autarquias. Exposições colectivas (’52 -), credenciadas (’64 -). Autora: livros; 120+ artigos. Actual Investigadora pro-bono CIEBA-FBAUL. 

 
Educação Estética Visual


Elisabeth Évora Nunes


	&#60;img width="587" height="808" width_o="587" height_o="808" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/031e7184cc9402af1deedf68cfcc34ae303c1d9370997f0dff253bdf9ff4bd49/elisaber-evora-nues.png" data-mid="198553116" border="0" data-scale="78" src="https://freight.cargo.site/w/587/i/031e7184cc9402af1deedf68cfcc34ae303c1d9370997f0dff253bdf9ff4bd49/elisaber-evora-nues.png" /&#62;
	&#60;img width="422" height="270" width_o="422" height_o="270" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/718050cf3dfb97dd9ed43685bd3fdfe2a62d6e3eb70f68c480715deef35b26e1/evora-nunes-ed.-mus.png" data-mid="198627853" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/422/i/718050cf3dfb97dd9ed43685bd3fdfe2a62d6e3eb70f68c480715deef35b26e1/evora-nunes-ed.-mus.png" /&#62;






Lisboa /&#38;nbsp; 1939
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; Conclui 6 Licenciaturas – Arquitectura (ESBAL); Ciências Históricas (FLUL) – sobre factores da Humanidade na espacialidade; Cursos Superiores de Canto, de Concerto, e Teatral (Conservatório Nacional Lisboa); Ciências Musicais (U. Nova); e Ciências Religiosas (U. Católica). Fez 2 Pós-Graduações: Curso de Urbanismo – Planeamento Regional e Urbano, U. Nova (’72-’74) -, e em História da Arte. Foi assistente Convidada, U. Nova-FCSH. Criou a Iniciação à leitura do «objecto» de Arte (História de Arte-Pós-Graduação e Licenciatura): aprender a olhar é como aprender a ouvir. Integrou o Coro da Fundação Gulbenkian, 40 anos desde a sua fundação; e pertence ao Conselho da Revista Faces de Eva. Estudos sobre a Mulher – Cº. Interdisciplinar de Ciências Sociais e Humanas-U. Nova-FCSH.

&#38;nbsp;
Educação musical

Fabiana Oliveira


	
&#60;img width="960" height="960" width_o="960" height_o="960" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/712bcbe5f47c38b31c63bb53a1ed796c2a3d514a2bf6ca9729cfc71070f6d265/Fabiana-Oliveira.-jpg.jpg" data-mid="185514373" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/960/i/712bcbe5f47c38b31c63bb53a1ed796c2a3d514a2bf6ca9729cfc71070f6d265/Fabiana-Oliveira.-jpg.jpg" /&#62;
	&#60;img width="708" height="867" width_o="708" height_o="867" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/1b6b4207dd9d1e4f9ef5205e095c1c28b19f8d190cd1ffecbe81509ed2185954/Pretoria.jpg" data-mid="185514394" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/708/i/1b6b4207dd9d1e4f9ef5205e095c1c28b19f8d190cd1ffecbe81509ed2185954/Pretoria.jpg" /&#62;




Brasil /
Balaio Criativo de Sabenças/EAV-Parque Lage/Centro de Artes Calouste Gulbenkian RJ.
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;Fabiana Oliveira é nascida e criada em Campo Grande, Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. Geógrafa, Artista e Educadora, tem atravessado em seu processo artístico o tensionamento das relações étnico-raciais e a ancestralidade. Idealizadora e criadora do Balaio Criativo de Sabenças, pesquisa sobre Saberes Tradicionais e reconexão com as raízes criativas sob o estímulo dos elementos da Natureza. Atua também como professora nas redes municipal e estadual do RJ mas tem encontrado terrenos mais férteis no campo da Educação não formal. Assim, &#38;nbsp;tem se dedicado aos projetos de Arte e Educação Ambiental “As Carolinas de Jacutinga e Núcleo Pedagógico do Quilombo Camorim”. Andarilha pelas trilhas de cursos livres no Centro de Arte Calouste Gulbenkian e na EAV Parque Lage busca através da linguagem do reaproveitamento criativo de materiais ressignificar memórias afetivas e dar maior visibilidade ao debate e enfrentamento contra o racismo.
fabises@gmail.com 
Educação anti-racista
Gabriela de Freitas Figueiredo Rocha


	&#60;img width="960" height="1280" width_o="960" height_o="1280" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/56cc09d92482cfb180f97c890c88fcd76b9383aaea94de671e787b47abaf743d/gabiperfil.jpeg" data-mid="209304623" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/960/i/56cc09d92482cfb180f97c890c88fcd76b9383aaea94de671e787b47abaf743d/gabiperfil.jpeg" /&#62;


	&#60;img width="960" height="540" width_o="960" height_o="540" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/96c5751eb970bc5476fd2a88c27cee40e2b9d715bc66de3a72b1752c175ac26d/pec125gabi.jpeg" data-mid="209305295" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/960/i/96c5751eb970bc5476fd2a88c27cee40e2b9d715bc66de3a72b1752c175ac26d/pec125gabi.jpeg" /&#62;




Brasil
Centro de Estudos Sociais CES, Coimbra
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;Doutora em Pós Colonialismos e Cidadania Global pela Universidade de Coimbra. Tem uma formação interdisciplinar, passando pelo Direito, Antropologia e Sociologia, com interesse particular nos estudos críticos étnico-raciais, pós-colonialismos, feminismos interseccionais, interculturalidade, identidades e direito à diferença. 
gafrochamg@gmail.com&#38;nbsp;
Museu/perspectivaHelena Vaz


	&#60;img width="241" height="375" width_o="241" height_o="375" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/b100440875f752c08e584490c445c433aaf274798b53ed4abaffc7422e334ca5/Helena-Vaz.png" data-mid="192936218" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/241/i/b100440875f752c08e584490c445c433aaf274798b53ed4abaffc7422e334ca5/Helena-Vaz.png" /&#62;


	&#60;img width="566" height="372" width_o="566" height_o="372" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/a634071b410db2aef17eadee0b7000c4d69d87c7542677901971360288dc6bb3/biografia-H.-vaz-.png" data-mid="193129859" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/566/i/a634071b410db2aef17eadee0b7000c4d69d87c7542677901971360288dc6bb3/biografia-H.-vaz-.png" /&#62;




Portugal
Museu da Marioneta de Lisboa

&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; Cursa: Académie Julian-Paris e Sociedade N. Belas Artes. Bolseira FCG. Com José Alberto Gil, Compositor e Intérprete, funda a Companhia de Ópera Bufa, 1973 – profissionalização, 1975: Marionetas de S. Lourenço; pós-Revolução 25 Abril 1974 na Campanha Cultural-Movimento Forças Armadas, actuam no País, em carroça-espectáculo que adapta. Internacionalização: Londres, Nancy; Europa, Índia e China. Com Gil, cria o Museu da Marioneta 1993, para milhares de crianças e adultos – acervo no Museu actual. Desde a morte de Gil, 1999, expõe; e projecta o Museu do Gesto Perdido.
&#38;nbsp;
Marioneta/Gesto perdido


Henrique J. Paris
	
&#60;img width="2328" height="2048" width_o="2328" height_o="2048" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/742bc3b7df6a0c7d3e4b5efa8f1f9e065bd257f34d9a88702aff965cd5f69ce6/henrique-j-Paris.jpg" data-mid="210358356" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/742bc3b7df6a0c7d3e4b5efa8f1f9e065bd257f34d9a88702aff965cd5f69ce6/henrique-j-Paris.jpg" /&#62;


	&#60;img width="7072" height="5289" width_o="7072" height_o="5289" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/eb68338353a767bdeec665bd3e94ce62a63f165fb48f7c52115db16b24a58c95/my-labor-is-my-protest-the-johnson-library.jpg" data-mid="210868908" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/eb68338353a767bdeec665bd3e94ce62a63f165fb48f7c52115db16b24a58c95/my-labor-is-my-protest-the-johnson-library.jpg" /&#62;

Angola, 2000
Royal College of Art, Londres
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; Artista-Investigador, formado em Filosofia com Cinema na Universidade de Hertfordshire e atualmente conclui um MPhil em Arquitetura no RCA em Londres. Henrique examina políticas espaciais e memoriais por meio do design transdisciplinar e instalações multimídia. Observando códigos de moralidade, autoridade e performatividade — sua prática conjuga diferentes abordagens epistêmicas contra-coloniais para coreografar formas imersivas de arquivamento, criação de imagens e produção de conhecimento.

&#38;nbsp;
Arquitetura

Inês Zinho Pinheiro



	&#60;img width="3287" height="3636" width_o="3287" height_o="3636" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/d3ce93fa194ac1e8ca72993ec5fd9d7f672ae45c9cdbe297b68dbc2f5d76095c/InesZP.jpg" data-mid="192806203" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/d3ce93fa194ac1e8ca72993ec5fd9d7f672ae45c9cdbe297b68dbc2f5d76095c/InesZP.jpg" /&#62;
Foto: Genevieve Reeves
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Portugal / 1993
Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; Inês Zinho Pinheiro (Lisboa, 1993) bailarina, investigadora e professora. Colaborou com vários coreógrafos e artistas, participando em instalações/performances/festivais. Desde 2018, colabora com a compositora Lilja Ásmundsdóttir. Criou o projeto Sonic Voyaging, convidando músicos e bailarinos a construir/apresentar estruturas de improvisação. Licenciada em Ballet e Dança Contemporânea (Rambert School, Londres) e mestre em História e Filosofia da Dança (Roehampton University, Londres). Doutoranda em Artes Performativas e da Imagem em Movimento (FBAUL), desenvolvendo uma investigação sobre exploração do movimento com pessoas que não costumam dançar.
ines.zinho.p@gmail.com&#38;nbsp;
Movimento/Coreopolítica



Isabela Souza



	
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	&#60;img width="4024" height="2694" width_o="4024" height_o="2694" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/d8d5e40a5ab9c323501eaa5018759c7ac1652dce96ed57a596ff6d0b506047ef/Credito-Monara-Barreto.jpeg" data-mid="235693721" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/d8d5e40a5ab9c323501eaa5018759c7ac1652dce96ed57a596ff6d0b506047ef/Credito-Monara-Barreto.jpeg" /&#62;




Brasil / 1990
Observatório de Favelas.&#38;nbsp;
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;Doutora em Geografia pela UFF e Mestre em Planejamento Urbano e Regional pela UFRJ. Nasceu e cresceu na Maré e desde 2011, integra o Observatório de Favelas. Atualmente é diretora da organização, além de integrar como Coordenadora Adjunta do Estado do Rio de Janeiro o Programa Agentes Territoriais de Cultura (Ministério daCultura e IFRJ). É feminista, se interessa pelas questões da cidade, das pessoas que nela vivem e da arte e da cultura para redução de desigualdades.isabela@observatoriodefavelas.org.br
Favelas


				
			
		
	


Jean Carlos Azuos


	&#60;img width="3000" height="3004" width_o="3000" height_o="3004" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/749ed134bf6134159cf9631d0fc8e223c19abce5c845963a885ea230b3c5c53b/Jean-Uni.jpg" data-mid="184107366" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/749ed134bf6134159cf9631d0fc8e223c19abce5c845963a885ea230b3c5c53b/Jean-Uni.jpg" /&#62;
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Brasil / 1987
Galpão Bela Maré/MAR/PUC-Rio
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;Jean Carlos Azuos está Curador na Escola Livre de Artes ELÃ (Galpão Bela Maré/RJ) e Curador assistente no Museu de Arte do Rio - MAR. Faz doutorado no Programa de Pós-graduação em literatura, cultura e contemporaneidade na PUC-Rio, e desenvolve pesquisas e práticas em curadoria e educação na perspectiva contra-colonial, refletindo sobre as presenças dissidentes na composição política de outras cenas na arte contemporânea.jancarlo.art@gmail.com 

Curadoria / Arte Contemporâneo Afrobrasileiro
Josefa Pereira


	&#60;img width="962" height="1280" width_o="962" height_o="1280" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/8578d6d2e2d49757860ce7ce7dd7c4086fc744e8ba0149700b79c571d83baf8d/josefa_retrato.jpg" data-mid="236223964" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/962/i/8578d6d2e2d49757860ce7ce7dd7c4086fc744e8ba0149700b79c571d83baf8d/josefa_retrato.jpg" /&#62;
	&#60;img width="922" height="1200" width_o="922" height_o="1200" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/4bc0e81b0248ada219e8fb05cb791b046f2794b3b6fddaaa657f9e8ba5ea6cfa/2024-12-18T16_28_59.247ZAna-Mendieta-AN47-kin4.jpg" data-mid="236224010" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/922/i/4bc0e81b0248ada219e8fb05cb791b046f2794b3b6fddaaa657f9e8ba5ea6cfa/2024-12-18T16_28_59.247ZAna-Mendieta-AN47-kin4.jpg" /&#62;




Brasil / Portugal
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; Coreógrafa e performer. Reside em Portugal e transita entre colaborações no contexto de São Paulo, cidade onde cresceu e se formou artisticamente. É mestre em coreografia pela DAS Choreography - AHK (NL) como bolseira pela Fundação Gulbenkian. Graduou-se em Dança e Performance na PUC-SP (BR) como bolsista do programa PROUNI.

Com forte orientação à prática e à pesquisa, sua abordagem artística envolve o engajamento com materialidades que possam emergir como fabulosas, encantadas ou monstruosas. Gosta trabalhar e pensar modos de colaboração entre comunidades humanas e mais que humanas.
Além de seu trabalho autoral, de colaborações como performer e de atividades de ensino, que incluem aulas e workshops, Josefa também atua no campo da dramaturgia, acompanhando artistas em seus diversos processos de criação.
contato.jo@gmail.com 

Performance / Encantado



Leandro de Souza Silva


	&#60;img width="385" height="513" width_o="385" height_o="513" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/a8acd1e969f2865403c2e8caca06bca8ab239c86655fe6d5cd542c6befe6171a/leandro.jpg" data-mid="201695519" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/385/i/a8acd1e969f2865403c2e8caca06bca8ab239c86655fe6d5cd542c6befe6171a/leandro.jpg" /&#62;
	&#60;img width="1573" height="1179" width_o="1573" height_o="1179" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/2f5d537c52b3e3a982bdaf66658bedefa43bf3c162c7b5667c4a3ed2817dfa1d/imagem-camponesas.jpg" data-mid="201695496" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/2f5d537c52b3e3a982bdaf66658bedefa43bf3c162c7b5667c4a3ed2817dfa1d/imagem-camponesas.jpg" /&#62;




Brasil&#38;nbsp;UFF/ PGCTIn&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; Artista/professor/pesquisador.
Doutorando em Ciências, Tecnologias e Inclusão pela Universidade Federal
Fluminense (PGCTIn/UFF), mestre em Artes pela Universidade Estadual do Rio de
Janeiro (PPGArtes/UERJ), especializado em Ensino da Arte pela Universidade
Veiga de Almeida (UVA) e graduado em Artes Visuais pela Universidade do Grande
Rio (UNIGRANRIO). Docente do Departamento de Artes Visuais do Colégio Pedro II.







souzaleandro@id.uff.br
Visualidades camponesas



Lucas Camargo de Barros


	&#60;img width="566" height="566" width_o="566" height_o="566" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/6263c497a20fa85e4444ff1748d191c60aaccba31ea8e43255e61aa7256401a0/IMG_8280.jpg" data-mid="179169158" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/566/i/6263c497a20fa85e4444ff1748d191c60aaccba31ea8e43255e61aa7256401a0/IMG_8280.jpg" /&#62;
	&#60;img width="1512" height="1080" width_o="1512" height_o="1080" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/1cd015ec939475474de3f5bc0413562c8f980a9cb85d31e15171bc4bff262474/tuber-01.png" data-mid="179167066" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/1cd015ec939475474de3f5bc0413562c8f980a9cb85d31e15171bc4bff262474/tuber-01.png" /&#62;




Brasil / 1987FBAUL / CIEBA&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; Lucas Camargo de Barros é realizador de cinema e atualmente pertence o programa de Doutoramento em Artes Performativas e da Imagem em Movimento da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Em paralelo à carreira cinematográfica extensa com mais de 15 anos de trabalho, Barros desenvolve um trabalho na pesquisa acerca do cinema contemporâneo com Mestrado em Estética na FCSH e especialização em Semiótica Psicanalítica na PUC-SP (Brasil). É membro do Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes (CIEBA), Associação de Investigadores da Imagem em Movimento (AIM) e da Sociedade Brasileira de Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE). Sua investigação interdisciplinar propõe, em conjunto com seu trabalho no cinema, um estudo acerca dos conflitos de um corpo permeado por memórias e relação afetivas mediadas pelo pathos. Seu campo de estudo são a análise fílmica, cinema contemporâneo, estética e teoria de cineastas. Barros vive e trabalha entre Lisboa e São Paulo.
lucas@fraturafilmes.com / ciencia vitae
Corpo-fílmico; Anti-monumento
María Luz Mejías Herrera


	&#60;img width="1097" height="1046" width_o="1097" height_o="1046" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/e532299e26211b74f679f10ca4fa95ea63e15bbfdcbece3481789ad86a31634d/maria-l-mejias-h.jpeg" data-mid="210869756" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/e532299e26211b74f679f10ca4fa95ea63e15bbfdcbece3481789ad86a31634d/maria-l-mejias-h.jpeg" /&#62;
	&#60;img width="450" height="348" width_o="450" height_o="348" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/f8d83820fcd573c9db7f20baca240d14675f7302c571016c9f7d6e9cc4829a45/vicente-hernandez--maria-luz.jpeg" data-mid="210870483" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/450/i/f8d83820fcd573c9db7f20baca240d14675f7302c571016c9f7d6e9cc4829a45/vicente-hernandez--maria-luz.jpeg" /&#62;




Cuba/ 1965&#38;nbsp;Universidad Central “Marta Abreu de las Villas”, Santa Clara, Cuba
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; Máster en Pensamiento Filosófico latinoamericano, Doctora en Ciencias Filosóficas. Profesora visitante (clase A) en la Universidad Federal de Integración Latinoamericana, UNILA, Foz de Iguazú, Paraná, Brasil. Profesora de Filosofía, Ética y Filosofía latinoamericana en el Departamento de Filosofía, Facultad de Ciencias Sociales, Universidad Central “Marta Abreu de las Villas”, Santa Clara, Cuba. &#38;nbsp;Ha participado en varios proyectos internacionales referidos al trabajo social intercultural, la teoría decolonial y la filosofía intercultural en Alemania, Brasil, Venezuela y Cuba. Autora de varios trabajos referidos a la perspectiva crítica de la teoría decolonial, la filosofía intercultural y sujetos e izquierda en América Latina. Profesora invitada en los cursos de doctorados en Filosofía y también en “Sociedad, Cultura y Fronteras”, en la Universidad Estadual del Oeste de Paraná, Brasil. Actualmente investiga los temas referidos al Pensamiento Crítico latinoamericano.

marialuzmejias65@gmail.com 
Estéticas descoloniales / centro-periferia
Mariana Meireles


	&#60;img width="696" height="698" width_o="696" height_o="698" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/d468139ec773519703af7b58959088a6a6f901f0ed0f6898f4d9c41c0c7c009a/mariana.png" data-mid="243822968" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/696/i/d468139ec773519703af7b58959088a6a6f901f0ed0f6898f4d9c41c0c7c009a/mariana.png" /&#62;
	&#60;img width="798" height="1036" width_o="798" height_o="1036" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/7d18da48817ab14ef4ffe56365f89e428884314aa6d67b9b15caea395350464f/dor.png" data-mid="243822974" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/798/i/7d18da48817ab14ef4ffe56365f89e428884314aa6d67b9b15caea395350464f/dor.png" /&#62;




Brasil&#38;nbsp;
Pesquisadora&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; Mariana Martins de Meireles é professora adjunta da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), com pós-doutorado pelo Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (ULisboa). É doutora e mestre em Educação e Contemporaneidade pelo PPGEduC/UNEB. Atualmente coordena a Área de Conhecimento Docência, Saberes e Práticas Educativas na UFRB. Atua como vice-presidente da Associação Brasileira de Pesquisa (Auto)Biográfica (BIOgraph) e vice-coordenadora do GRAFHO/UNEB. Integra o INCT Política Educacional e Trabalho Docente (UFMG) e é membro da ANPEd.
 mailto:mariana.meireles@ufrb.edu.br / ORCID: 0000-0003-3288-3023Visualidades da dor&#38;nbsp;

Millena Lízia


	&#60;img width="1728" height="1152" width_o="1728" height_o="1152" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/6b99d5c75ed9dff7f7f1dfc0ca5402763fcd50b2716383bdeedaa67a002dcecc/4-Sem-titulo-traco-epidermico_ph-Rafael-Bqueer.jpg" data-mid="182675862" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/6b99d5c75ed9dff7f7f1dfc0ca5402763fcd50b2716383bdeedaa67a002dcecc/4-Sem-titulo-traco-epidermico_ph-Rafael-Bqueer.jpg" /&#62;
	&#60;img width="2904" height="3892" width_o="2904" height_o="3892" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/1791f21582e1acc858f7a4160fc2d71610050c223d6cdc135fbf4d1f8f70dbcb/Revestimenta_serie-distensoes-entre-o-dentro-e-o-fora_2012.JPG" data-mid="182675881" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/1791f21582e1acc858f7a4160fc2d71610050c223d6cdc135fbf4d1f8f70dbcb/Revestimenta_serie-distensoes-entre-o-dentro-e-o-fora_2012.JPG" /&#62;




Brasil / 1986
Artista-pesquisadora 
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;Millena Lízia (Em diáspora, Niterói, 1986) é uma existência nesse mundo em busca de uma caminhada com dignidades e saúdes. Planta e deseja colher. Busca as simplicidades, pois as coisas mais banais lhe chegam com camadas de desafios e complexidades. Tem visto em suas mãos seu coração. Vem colaborando, há quase quinze anos, com diversos encontros, produções, exposições coletivas, rodas de conversa, proposições educativas e publicações.
 millalizia@gmail.com Experiências epidérmicas - Desenho-fazença

Olga Blázquez Sánchez


	&#60;img width="1200" height="1600" width_o="1200" height_o="1600" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/2a364fa9f67451ed7a9d7e4b867d66bd704af8bf1aa8e0a07bf98cdfc9359f49/OLGA-BLAZQUEZ-S.jpg" data-mid="181227642" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/2a364fa9f67451ed7a9d7e4b867d66bd704af8bf1aa8e0a07bf98cdfc9359f49/OLGA-BLAZQUEZ-S.jpg" /&#62;
	&#60;img width="1220" height="777" width_o="1220" height_o="777" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/9eb453dc5e6b624df48ccac8491da16e3beb4f4559a302396c4b1d298b0a7907/Olga-Imagen.png" data-mid="181485017" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/9eb453dc5e6b624df48ccac8491da16e3beb4f4559a302396c4b1d298b0a7907/Olga-Imagen.png" /&#62;




España / 1989Investigadora Independente&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; Olga Blázquez Sánchez es escritora, redactora e investigadora independiente. Doctora en Ciencias Humanas: Geografía, Antropología y Estudios de África y Asia por la Universidad Autónoma de Madrid, donde elaboré una tesis doctoral sobre espacios de frontera en Palestina y Sáhara Occidental titulada “Violent frontier architecture and artistic re-appropriation of borders: the production of space in Palestine and Western Sahara”. Máster en Estudios Teatrales por la Universidad de Utrecht (Países Bajos). Licenciada en Filología Árabe por la Universidad Autónoma de Madrid. Titulada en Interpretación por la Escuela de Teatro Cuarta Pared (Madrid). Montañera, alpinista y escaladora en mis ratos libres.
olgablazquez@gmail.comFronteira - espacialidade&#38;nbsp;



Sofía Cevallos&#38;nbsp;



	&#60;img width="960" height="956" width_o="960" height_o="956" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/11d738035e540eda544dc4f6ce1e4a3263c6209da99194feed676d7ff2ca3c04/Sofia-Cevallos.jpg" data-mid="181227024" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/960/i/11d738035e540eda544dc4f6ce1e4a3263c6209da99194feed676d7ff2ca3c04/Sofia-Cevallos.jpg" /&#62;
	&#60;img width="4240" height="2832" width_o="4240" height_o="2832" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/4885d324fafdfda518a3c568403c2149184050ba681ce5863c3053790c06b19c/SOFIA-CORPO-TERRITORIO.JPG" data-mid="181230114" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/4885d324fafdfda518a3c568403c2149184050ba681ce5863c3053790c06b19c/SOFIA-CORPO-TERRITORIO.JPG" /&#62;




Ecuador / 1985Paris VIII/FLACSO-Brasil/Universidade de Brasilia&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; Sofía Cevallos Vivar es ecuatoriana, antropóloga; postdoctorante en la Universidad de París 8, en la Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales FLACSO-Brasil y en la Universidad de Brasilia. Becaria de la Comisión Europea, Beca Marie Curie- Horizon 2020.  Defendió su tesis en antropología en la Escuela de Altos Estudios en Ciencias Sociales (EHESS) en 2019. Miembro del Laboratorio de Dinámica Social y Recomposición de Espacios -LADYSS- Universidad de París VIII, de la Universidad Cooperativa Internacional -LUCI-, y del Colegio Latinoamericano de Estudios de FLACSO-Brasil. Sus investigaciones se centra en la organización política de las mujeres indígenas de la Amazonía ecuatoriana en el contexto de la lucha contra la extracción petrolera en el siglo XXI.
sofiacevallosv@gmail.com
Corpo-território












Soledad Testagrossa

	&#60;img width="1200" height="1600" width_o="1200" height_o="1600" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/684a03976f9bd32c613df50799b1465bcd81ccfe128cd7b4279edc1a0902bec6/WhatsApp-Image-2026-01-22-at-23.51.35.jpeg" data-mid="243967945" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/684a03976f9bd32c613df50799b1465bcd81ccfe128cd7b4279edc1a0902bec6/WhatsApp-Image-2026-01-22-at-23.51.35.jpeg" /&#62;

	&#60;img width="960" height="720" width_o="960" height_o="720" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/77041866cf23d8560ef6a9ad73ecd8549c526234d19530b42a5725749acd2c69/WhatsApp-Image-2026-01-22-at-23.51.35-1.jpeg" data-mid="243968126" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/960/i/77041866cf23d8560ef6a9ad73ecd8549c526234d19530b42a5725749acd2c69/WhatsApp-Image-2026-01-22-at-23.51.35-1.jpeg" /&#62;Argentina / 1987
Universidad de Buenos Aires

Soledad Testagrossa nació en América (Argentina, Pcia. de Buenos Aires) en 1987. Es Licenciada y Profesora en Artes con orientación en Música por la UBA, y diplomada por la Red de Posgrado de CLACSO en Sures que permiten (re)existencias. Debates contemporáneos sobre la descolonización. Se formó también en el Conservatorio de la Ciudad de Buenos Aires, y con María del Carmen Aguilar. Se desempeña como docente del departamento de Artes de la UBA, y en el departamento de Artes del Movimiento de la UNA. Forma parte de varios proyectos artísticos con los que se presenta en diversos escenarios desde 2013. Actualmente escribe su tesis de maestría en Estéticas Contemporáneas Latinoamericanas de la UNDAV, acerca de la ocupación israelí de Palestina problematizando el lugar de enunciación, a través de la experiencia en campo y el análisis del muro de anexión-separación.sotestagrossa@uba.arPaisaje sonoro




Tawane Theodoro


	&#60;img width="2631" height="3941" width_o="2631" height_o="3941" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/f02f94b86b17b235d1faf40d20397eb42f668eddde86a337a0d7b6b4bcb38295/2023-03-10_TAW_SHOW-POETICO_074.jpg" data-mid="184003624" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/f02f94b86b17b235d1faf40d20397eb42f668eddde86a337a0d7b6b4bcb38295/2023-03-10_TAW_SHOW-POETICO_074.jpg" /&#62;
	&#60;img width="720" height="480" width_o="720" height_o="480" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/6da6a8d4ef80558776748ae664cd03875bb6a5356723b147f151363a8890516a/FB_IMG_1687622329148.jpg" data-mid="183306879" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/720/i/6da6a8d4ef80558776748ae664cd03875bb6a5356723b147f151363a8890516a/FB_IMG_1687622329148.jpg" /&#62;




Brasil / 1998Sarau do Capão/Slam do Bronx&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; Tawane Theodoro, nascida em 1998, cria do Capão Redondo, zona sul de São Paulo. Entrou no universo da poesia marginal em 2016, atualmente é poeta marginal, Slammer, organizadora do Sarau do Capão, cofundadora do Slam do Bronx, (coletivo que organizou até Janeiro/2022), e é uma das poetas formadoras do Slam Interescolar, desde 2019. Autora dos livros: "Afrofênix: A fúria negra ressurge" e "A pluralidade da poeta" (Editora Quirino,2019 e 2022), e suas poesias estão publicadas em 17 antologias.
producao.tawanetheodoro@gmail.com
 Anti-racismo - Feminismos negros
	
	


Tiago M. Knob


	&#60;img width="1066" height="1600" width_o="1066" height_o="1600" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/91496c4a19d46042b178be81863d4dbcdffbbbf39cb108814b4551576ecdbb72/Tiago-M.-Knob.jpeg" data-mid="187122313" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/91496c4a19d46042b178be81863d4dbcdffbbbf39cb108814b4551576ecdbb72/Tiago-M.-Knob.jpeg" /&#62;
	&#60;img width="1600" height="1066" width_o="1600" height_o="1066" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/90b40c5c61f4ff27b17cdb9fef4ed5502e1df43d741bfb4ecd271224862183b0/WhatsApp-Image-2023-08-02-at-13.16.02.jpeg" data-mid="186898586" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/90b40c5c61f4ff27b17cdb9fef4ed5502e1df43d741bfb4ecd271224862183b0/WhatsApp-Image-2023-08-02-at-13.16.02.jpeg" /&#62;




Brasil / 1986
OPOCA/Instituto Homo Serviens &#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; 
&#38;nbsp;Nasceu em 1983 em São Miguel Arcanjo, interior de São Paulo, Brasil. Caminha há mais de 20 anos em meio a comunidades de vida na luta pela afirmação da dignidade humana. Desenvolve pesquisas e atua nas áreas da cultura, da educação e dos direitos humanos a partir de um pensamento decolonial. Co-fundador do Movimento Capital Juvenil em 2010, é Diretor do Observatório Popular Cidade do Anjo, OPOCA (SP) e Vice-Presidente do Instituto Homo Serviens (SC). Doutor em pós-colonialismos e cidadania global pelo Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, Portugal, e Mestre em Pensamento Crítico Latino-americano pela USP, São Paulo.tiago.mknob@opoca.org 

Utopias periféricas&#38;nbsp;
Washington da Selva 



	&#60;img width="1200" height="1200" width_o="1200" height_o="1200" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/d3790aeb90d4a6e3e9de368ed09caf9155ab0291ae03782d5e6958af9ffc5aee/Washington-da-Selva---Ph-Ian-Oliveira.jpg" data-mid="216336993" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/d3790aeb90d4a6e3e9de368ed09caf9155ab0291ae03782d5e6958af9ffc5aee/Washington-da-Selva---Ph-Ian-Oliveira.jpg" /&#62;

	&#60;img width="4561" height="4000" width_o="4561" height_o="4000" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/c31072b368b453548ff7e313932ca4847c5d136320f2b8d773b35bf3ea6c052d/A-Coroacao---Washington-da-Selva.jpg" data-mid="216336990" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/c31072b368b453548ff7e313932ca4847c5d136320f2b8d773b35bf3ea6c052d/A-Coroacao---Washington-da-Selva.jpg" /&#62;
Brasil

&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; Washington da Selva (Carmo do Paranaíba - MG. Vive em Salvador) &#38;nbsp;é artista visual e pesquisador. Filho de trabalhadores rurais, fruto da agricultura familiar sem terra e ex-agricultor, atualmente cultiva imagens a partir de técnicas como: desenho, pintura, fotografia, web-arte e têxteis. A sua pesquisa artística lida com os contrastes entre a zona rural, a cidade e a cultura digital, aprofundando diálogos sobre a noção de trabalho, território e identidade.

www.washingtondaselva.com
Cultivo-Cultura


				
			
		
	



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	<item>
		<title>projeto</title>
				
		<link>https://permare.cargo.site/projeto</link>

		<pubDate>Thu, 18 May 2023 10:27:24 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Permaré</dc:creator>

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Projeto — perMARÉ



	&#60;img width="1086" height="652" width_o="1086" height_o="652" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/2483013dbc211ba36e5f3153a250559700011cb47cb7fe0ea62e9468fbafdac2/94052095_EL-Allan-Weber.jpg" data-mid="179165957" border="0" data-scale="100" src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/2483013dbc211ba36e5f3153a250559700011cb47cb7fe0ea62e9468fbafdac2/94052095_EL-Allan-Weber.jpg" /&#62;foto: Allan Weber&#38;nbsp;


	 &#38;nbsp;
O conceito de territorialização inclui a identidade, por um lado, e demostra a racialização da geografia, por outro. Uma cidade racial não pode esquecer que ao centro do problema, corpo e território são afetados interseccionalmente pelo capitalismo, colonialismo e heteropatriarcado.

Objetivos: 
1) Identificar e investigar formas de expressão artística, cultural e performativa em sujeitos que renovam e atualizam a estética urbana inscrita nos corpos nas favelas. 
2) Analisar o papel destas formas locais de afirmação da existência nas expressões artísticas como forma de produção de conhecimento. 
3) Discutir os corpos e territórios e a sua função na transformação da espacialização dos paradigmas políticos, discutindo sexo, gênero, raça e reprodução social.
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		<title>publicacoes</title>
				
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 13:39:38 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Permaré</dc:creator>

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Publicações —&#38;nbsp;



	



	 &#60;img width="1164" height="1164" width_o="1164" height_o="1164" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/c18e0efc2b597bdf631fcdb59d363da2fe64e833bf7d3f62be4d72b3f4fe53cd/capa-livro.png" data-mid="243123578" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/c18e0efc2b597bdf631fcdb59d363da2fe64e833bf7d3f62be4d72b3f4fe53cd/capa-livro.png" /&#62;
glossário para umas artes anti-coloniaisorganização: fabián cevallos vivareditora: êffe imagens e textos
127 páginas
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	&#60;img width="1168" height="1656" width_o="1168" height_o="1656" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/119f8d75df85fc9b2556399bda3773a0949375fe1ebd61d6b87e59846e08eeea/Screenshot-2024-03-22-at-13.41.57.png" data-mid="207345141" border="0" data-scale="67" src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/119f8d75df85fc9b2556399bda3773a0949375fe1ebd61d6b87e59846e08eeea/Screenshot-2024-03-22-at-13.41.57.png" /&#62;

corpos-territórios para imaginação de outros saberes
autor: fabián cevallos vivareditora: êffe imagens e textos
99 páginas
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	&#60;img width="1171" height="1658" width_o="1171" height_o="1658" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/4b6073f5912a777573fd8e31d6ec43877040ab500f3106b93aebe58e0cac55eb/Screenshot-2024-04-16-at-13.43.32.png" data-mid="209059148" border="0" data-scale="67" src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/4b6073f5912a777573fd8e31d6ec43877040ab500f3106b93aebe58e0cac55eb/Screenshot-2024-04-16-at-13.43.32.png" /&#62;

miolo 

performances e territorialidades na maréorganização: fabián cevallos vivar, isabela souza da silvarealização: observatório de favelas, galpão bela maréeditora: êffe imagens e textos
139 páginas
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	</item>
		
		
	<item>
		<title>Arte Contemporânea-Afrobrasileira</title>
				
		<link>https://permare.cargo.site/Arte-Contemporanea-Afrobrasileira</link>

		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 14:40:26 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Permaré</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://permare.cargo.site/Arte-Contemporanea-Afrobrasileira</guid>

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Arte Contemporânea Afrobrasileira —&#38;nbsp;ventar o tempo, uma perspectivapor Jean Carlos Azuos


	
&#60;img width="1998" height="3035" width_o="1998" height_o="3035" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/ab14da6be73bc741862f66c575f3f6eb42805e2fa6934e384641eef7866402cf/bandeira-abdias.jpeg" data-mid="188806635" border="0" data-scale="45" src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/ab14da6be73bc741862f66c575f3f6eb42805e2fa6934e384641eef7866402cf/bandeira-abdias.jpeg" /&#62;
Abdias Nascimento. Okê Oxóssi, 1970.





ver também: Anti-racismo, Experiências Epidérmicas&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;Ventar o tempo: Uma perspectiva da arte contemporânea afrobrasileira

 &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; 



Esta escrita deseja construir um pensamento em diálogo com a produção artística afro-brasileira, ampliando as percepções e sentidos em contextos implicados, contornando a força dos encontros das presenças, poéticas e teorias. Refletir as lógicas de inserção e circularidade, institucionalização, curadoria e seus espelhamentos.

Nesta perspectiva, a trajetória de Abdias Nascimento muito nos conta, por entre suas profundas camadas e implicações na historiografia das artes e também na evidência de nos situar diante de uma produção racializada, e que aqui na escrita endossa a reflexão para um pensamento amplo e elástico para as questões curatoriais contemporâneas, outras compreensões do campo artístico e suas muitas linguagens, que nos servem como pistas para as estratégias e práticas em devir. Abdias entra nessa ginga principalmente por sua plasticidade política, estética e a relevância de sua produção artística, contornada pelos diálogos com uma tradição da abstração geométrica, que em sua poética espelha as representações de símbolos da afro-religiosidade. O artista condensa e estende leituras visuais da cultura afro-brasileira irradiada nas representações, nas iconografias, símbolos e cores relacionadas a orixás.

Com uma alargada e influente produção e repertório de colaborações à população negra, seu nome e reflexão aparece ainda de modo tímido nos desdobramentos, nas costuras, referências no campo artístico-cultural e suas linguagens nas instituições e programas brasileiros. E, por isso, evidenciar esse legado, latente, é base e horizonte para as várias questões estéticas, contextos e políticas da população negra e racializada no Brasil.

A pintura Okê Oxóssi (1970) de Abdias Nascimento, nos possibilita reimaginar a bandeira nacional e seus aspectos, quando nos oferece uma visualidade outra para sua leitura e interpretação, Abdias verticaliza, redistribui os símbolos; inclui o arco e flecha e substitui a frase “ordem e progresso” por “okê okê okê okê” - símbolo e saudação ao orixá Oxóssi, uma divindade das religiões africanas, que representa o conhecimento e as florestas. Abdias nos revela outra perspectiva de símbolo e de construção para ideia de nação, moldada pela diáspora e por nossas heranças ancestrais.&#38;nbsp;
&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; 
&#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#60;img width="1405" height="892" width_o="1405" height_o="892" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/f5ff2f89bfbe69978456dc27662a47664e32f4ee38c155c0d5edc812103ba9f9/Rosana-Paulino.jpeg" data-mid="188705234" border="0" data-scale="60" src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/f5ff2f89bfbe69978456dc27662a47664e32f4ee38c155c0d5edc812103ba9f9/Rosana-Paulino.jpeg" /&#62; 
Rosana Paulino, 
Pretuguês, 2023 &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp;

Com a ancestralidade em perspectiva, é importante se ater ao convite do Museu de Arte do Rio à artista Rosana Paulino para hastear a mais recente bandeira. Lugar “nobre” a ser ocupado por uma artista negra, que também sedimentou possibilidades outras de protagonismos e presenças negras no espaço através de sua individual “Rosana Paulino: a costura da memória” na instituição, em 2019, e por sua atual influência na produção afro-brasileira. Na bandeira, a artista inspirou-se em “Pretuguês”, termo formulado e partilhado pela filósofa Lélia Gonzalez. A obra foi criada especialmente para o MAR, e Rosana traz como imagem, uma mulher negra cuspindo espadas de Iansã, desdobrando reflexões sobre feminismo, lugar de fala da mulher negra e racismo religioso. Nas cores a artista evidencia as referências aos seus orixás de cabeça, o azul de Ogum e o vermelho de Iansã, que denota a camada ancestral afro-brasileira.

Erguer no topo, no alto, a palavra Pretuguês é afirmar o quanto de África carrega a língua portuguesa brasileira. Historicamente a resistência das pessoas negras escravizadas, se deu na luta, fugindo, se organizando, entre outras estratégias e formas, mas também resistiram através da fala. Rosana ao se colocar diante do tempo, enfrenta também suas violências, e através da obra também responde a neurose cultural de uma historiografia da arte branca e ocidental que factualmente soterra nossas línguas, heranças e simbologias.
Rosana Paulino tem como poética desestabilizar estruturas preestabelecidas a partir de suas imagens, e nos convida pelas inquietações visuais para os debates. Paulino reivindica o direito de pensar a racialidade, o grupo social, as reconfigurações óticas que se dão às visualidades, o tempo, o espaço e estrutura temporal nas quais situam e contextualizam suas composições estéticas. No caso de “geometria à brasileira” a artista ironicamente se implica a questionar o abstracionismo geométrico brasileiro, o colocando em diálogo com presenças retalhadas dessa construção. Rosana nos revela o quanto a história da arte brasileira não olhou para os contextos históricos, para a memória. Discussões que ganharam envergaduras nos últimos anos.


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&#60;img width="1200" height="700" width_o="1200" height_o="700" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/82285745a646869864d748648a7de00fef7ee081b339c6df60427a183fb2fb89/geometrias-rosana-paulino.jpeg" data-mid="188807180" border="0" data-scale="70" src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/82285745a646869864d748648a7de00fef7ee081b339c6df60427a183fb2fb89/geometrias-rosana-paulino.jpeg" /&#62;
Rosana Paulino. A geometria à brasileira: vermelho n. 3, 2022.&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; 

Nas materialidades, a matriz africana é apresentada narrativa e visualmente com a utilização da pemba branca, material como o giz, utilizado em rituais de umbanda, enquanto a exploração de povos indígenas revela como a etnia sempre conformou as relações hierárquicas, de subalternidade, violentas relações de poder entre instituições e sujeitos no Brasil.


São muitas as maneiras e as formas de morte, e gostaria de sublinhar aqui sobre os aterramentos das presenças, das epistemologias, poéticas, literaturas, sobretudo em contextos das diásporas, dos povos originários e quilombolas - que dão novas percepções e envergaduras à luta brasileira através de uma condução inquieta do pensamento e da plasticidade, e nos provoca.



Convicto da herança dos quilombos, de nossos ancestrais africanos e africanas, nos implica recuperar a memória de Palmares no sentido quilombista - de ser e estar juntes na construção de fortalezas e inteligências - modo desenvolvido pela comunidade negra de reaver seu passado africano e afro-brasileiro. Escrever e revisar nossa história. É como nos (re)organizamos e resistimos no mundo, pensar o tempo em cronologias outras, narrando e performando nossas existências e seus mistérios.



Historicamente, a cultura nacional foi forjada por uma elite intelectual branca, o que nos move questionar a narrativa hegemônica, a contrapelo, nos apoiando em assuntos que nos situe para as fissuras da violência colonial, e nos conduza e refletir na antropofagia, metáfora implicada aos traços da formação da identidade brasileira, no sentido de devorar nossa própria história, esmiuçá-la, escavar até extrair as heranças essenciais que nos constitui.



Jaime Lauriano em “terra brasilis: invasão, etnocídio e apropriação cultural” propõe uma alternativa à narrativa vigente, caracterizada pelas fábulas como a democracia racial. O artista, em contraponto à ideia de descobrimento, sublinha em título a expressão: “invasão”, que nos posiciona de modo contundente na leitura do trabalho, que reflete as questões histórico-identitárias brasileiras - uma cronologia que antecede à colonização e reverbera até o presente.

 &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#60;img width="882" height="584" width_o="882" height_o="584" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/c20174415fc3eb3816882fceb0ed61cbdc835b317d880acfa1120c5ecbcb940e/jaime-lauriano.png" data-mid="188716569" border="0" data-scale="61" src="https://freight.cargo.site/w/882/i/c20174415fc3eb3816882fceb0ed61cbdc835b317d880acfa1120c5ecbcb940e/jaime-lauriano.png" /&#62;
Jaime Lauriano,Terra brasilis: invasão, etnocídio e apropriação cultural, 2015.


O trabalho, bem como as costuras aqui, em escrita, se coloca a evidenciar as importâncias que se apresentam a nós na construção de um pensamento sobre arte, arte afro brasileira, diáspora, raça, gênero, classe e outros marcadores, que hoje denotam as dissidências que orientam e formam essa tal “geometria” extremamente lacunar e vazia de Brasil e suas incorporações.

À vista disso, a reflexão aqui conjura ventar o tempo, revirar escombros e levantar poeiras para extirpar as violências, apagamentos e subordinações lançadas sobre nós, nossos corpos, intelectualidades e nossa produção de vida, que circunscreve e alimenta todas as outras.


Bibliografia

Gonzalez, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. São Paulo: Revista Ciências Sociais Hoje, 1984.

Nascimento, Abdias. Quilombismo: um conceito emergente do processo histórico-cultural da população afro-brasileira. In. Nascimento, E. L. (Org.). Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora. São Paulo: Selo Negro, 2009.


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		<title>Arquitetura</title>
				
		<link>https://permare.cargo.site/Arquitetura</link>

		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 10:24:24 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Permaré</dc:creator>

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Arquiteturapor Henrique J. Paris


	&#60;img width="7072" height="5289" width_o="7072" height_o="5289" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/2cbfbcb03fc22e8abd7afe115b3647da41e96df4823df6cb36b34e75c60c375d/my-labor-is-my-protest-the-johnson-library.jpg" data-mid="212208393" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/2cbfbcb03fc22e8abd7afe115b3647da41e96df4823df6cb36b34e75c60c375d/my-labor-is-my-protest-the-johnson-library.jpg" /&#62;Installation view, My Labor Is My Protest, White Cube Bermondsey, London, 2012. Courtesy White Cube.&#38;nbsp;
https://www.theastergates.com/exhibitions/my-labor-is-my-protest?view=slider#2





ver também: Corpo, Desenho, Espacialidade&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; 











 &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp;&#38;nbsp; De modo básico a arquitetura nos presta serviço através de gestos complexos&#38;nbsp;— a curadoria dos vários olhares, andares, caminhos, formações e informações que se desdobram nos inúmeros tempos em que existimos. À redores, entre, no interior e sobre etc.. arquiteturas portanto funcionam como&#38;nbsp;fusos para possibilidades de performatividade &#38;amp; coreografias de espacialidade; exaltadas pelas regras duma cidade e no caso atual, o estado nação opressivo em que nela inserida (cidade): quem nomeia as ruas, quem conduz subjetividades nos teatros e quem decide os objectos que se monumentalizam, são exercícios de poder orquestrados.


Enquanto o poder se re-direciona pra quem constrói as estradas do quotidiano moldando o vazio dos espaços públicos e poeiras das bibliotecas. A historia se atualiza e que possamos conjugar as próprias semânticas do ‘poder’ no contexto da arquitetura enquanto pratica — a arquitetura anárquica talvez? Ou simplesmente praticas espaciais criticas de ótica ANTI-COLONIAL para pensar o ramo em si (enquanto pratica). Agreguemos o valor da reciprocidade no direito da própria arquitetura e prestemos serviço de volta ao verdadeiro tamanho do que ela é: pois a partir das escrevivências ( de quem pode com cuidado e detalhe) haveremos de acentuar olhares, andares, caminhos, formações e informações mais férteis.


Nos monumentos, documentos, artefactos ou nos prédios, a nossa função nunca será só deixar que arquiteturas projectem sobre os nossos corpos; arquiteturas&#38;nbsp;de facto nos convidam a participar…desconstruindo a regar e colhendo novas orientações para que entendamos sua essência fundamental; na canalização do que é efémero, físico e/ou existente..nas estruturas preexistentes.Bibliografia:

Fee, Maria. (2023). Beauty Is a Basic Service: Theology and Hospitality in the Work of Theaster Gates. Fortress Press.
Glissant, É., &#38;amp; Wing, B. (1997). Poetics of relation. University of Michigan Press.Oliveira, N. P. de ., Pedroza, R. L. S., &#38;amp; Pulino, L. H. C. Z.. (2023). Escrevivências: possibilidades para uma educação antirracista. Revista Brasileira De Educação.Wayne Fields, Darell. (2015) Architecture in Black : Theory, space, and appearance. Bloomsbury Publishing.

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		<title>Anti-monumento</title>
				
		<link>https://permare.cargo.site/Anti-monumento</link>

		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 11:27:06 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Permaré</dc:creator>

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Anti-monumentopor Lucas Camargo de Barros


	&#60;img width="800" height="533" width_o="800" height_o="533" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/1f2d8f2d194984a14df966790a652c564c00524a3ec58ae0bee30f2e223a077a/Mulambo.-Lucas-antimonumento.jpeg" data-mid="220706543" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/800/i/1f2d8f2d194984a14df966790a652c564c00524a3ec58ae0bee30f2e223a077a/Mulambo.-Lucas-antimonumento.jpeg" /&#62;“Quieto”
Mulambö (2021)
114 cm x 161 cm
Técnica mista sobre madeira





ver também: Arquitetura, Patrimônio, Museu&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; 










&#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; &#38;nbsp; Quando escrevo este verbete, o site do Sistema de Informação para o Património Arquitectónico (SIPA), apresenta uma página falha, evasiva e cheia de defeitos sobre a escultura de D. Afonso Rodrigues em Guimarães, considerado um dos fundadores do Estado-nação português. A falha de sua presença virtual contrasta com a imponência da presença real e a simbólica de sua figura. Em “Remoções e derrubadas de monumentos como política dos incomuns” (Aguiar &#38;amp; Maciel, 2023), as autoras refletem sobre os gestos radicais e profundas contra momumentos intensificadas após as manifestações antirracistas de 2020, depois do assassinato de George Floyd. A luta contra símbolos nacionalistas como o de Edward Colston em Bristol, um dos maiores mercadores de pessoas escravizadas entre 1680 e 1692. Quando pensa-se na ideia de anti-monumento, tais gestos vêm à tona - e são de fato ações como essas que ajudam a refletir a necessidade de ressignificar a derrubada de tais momumentos. Mas nosso recorte para o presente verbete vem do trabalho feito em “O Corpo de Afonso” (2012), de João Pedro Rodrigues, onde essa derrubada é simbólica [1].

“Como seria o corpo do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, figura tutelar, alvo de mitificações sucessivas no decurso da nossa História?”[2] indaga a sinopse oficial do curta-metragem. É a partir deste corpo português moldado ao longo de séculos na base do patriarcado, masculinidade, bravura e patriotismo, que “O Corpo de Afonso” é composto. Mas para além do corpo do rei fundador da nação, Rodrigues acaba por investigar o corpo do próprio País, a Pátria. Atravessado por dados fílmicos e extra-fílmicos, um simples casting torna-se uma representação de um espírito nacional, misturando mitos e elementos que moldam a sociedade portuguesa até os dias de hoje.

Visualmente, as decisões estéticas e políticas convergem de maneira clara a fim de dar uma outra concretude ao mito. O uso do chroma-key aqui, evidenciado desde o início da narrativa, torna-se o ponto-chave para compreender a construção imagética destes corpos. O fundo verde, aberto às possibilidades infinitas, é o espaço ideal para uma reimaginação do corpo do primeiro rei de Portugal. À medida que os candidatos a D. Afonso Henriques vão sendo apresentados e se despindo, os próprios corpos dos homens musculosos tornam-se também outra espécie de chroma-key, ou seja, podem se transformar naquilo que o realizador deseja. Rodrigues afirma que o filme “é uma espécie de corpo com muitas cabeças”[3], quase como Hidra de Lerna[4], dificílimo de se abater.

Reside nesta desconfiança por esses corpos bem acabados o tom irônico diante desses homens que pretensamente darão carne ao primeiro rei de Portugal. Há uma evidente mirada queer para esses homens musculosos que desmonta o monumento-ideia do rei. Para além de referenciar o trabalho de Warhol (Screen tests), há também uma proximidade das produções pornográficas amadoras que inundam a internet como técnicas de produção do prazer e dos nossos desejos sempre moldados pela heteronormatividade. Como bell hooks afirma: “so much of the quest for phallocentric manhood rest on a demand for compulsory hetereossexuality” (hooks, 1992). No entanto, mesmo que mostrando a força, do músculo, da coragem e do falo, a narrativa é subvertida e estes corpos se expandem para outro lugar, bem longe das veias saltadas e da potência masculina. O fetiche da imagem que exala dos homens acaba por se esvair à medida que vão apresentando suas próprias fragilidades sociais.

Ao passo que os homens se despem das vestes, vão também tirando a camada hipermasculinizada que os corpos poderiam impor. As histórias de desemprego, as anedotas das cicatrizes, o histórico das prisões, enfim, parece que toda narrativa deles têm a função de destroná-los. Esses homens não estão na posição de poder, muito pelo contrário. Estão em posições subalternas, alvos fáceis de uma organização económica que corrói corpos dissidentes como os deles. Mais do que os potentes homens dos pornôs “beefcakes”, a relação aqui parece remeter a outro tipo de produção pornográfica amateur: o gay-for-pay. Neste gênero de filme homoerótico, geralmente um realizador fora de campo oferece dinheiro ao entrevistado que é, alegadamente, heterossexual. No filme de Rodrigues, a relação de poder está escancarada. O monumento, não só de D. Afonso Henriques, mas daquilo que o heteropatriarcado construiu como Homem, está no chão.
É importante sempre lembrar que estes monumentos erguidos sob a lógica da necropolítica (Mbembe, 2011) ainda permeiam nosso imaginário, marcando os espaços urbanos e nossas subjetividades. Mais do que estátuas, esses símbolos evocam o poder de decidir quem é lembrado ou esquecido, quem vive ou morre. E, portanto, é imperativo que caiam.
[1]&#38;nbsp;Para uma versão mais ampla deste assunto ver o artigo escrito por Barros e Vivar (2023) disponível em&#38;nbsp;https://revistas.ut.edu.co/index.php/calarma/article/view/3125/2577[2] In https://lx.blackmaria.pt/language/pt/project/o-corpo-de-afonso/. 
[3] https://www.publico.pt/2012/12/20/jornal/quantos-corpos-sao-precisos-para-fazer-afonso-henriques-25782945
[4] Monstro da mitologia grega composto com sete cabeças morto por Hércules.



bibliografiaAGUIAR, Isadora de; MACIEL, Lucas. Remoções e derrubadas de monumentos como política dos incomuns. MANA 29(2): e2023019, 2023.
BARROS, Lucas; VIVAR, Fabián. Un monumento anticuerpo: más allá del tejido orgánico en "El cuerpo de Afonso". Revista Calarma, Universidad del Tolima, vol. 10, no. 19, 2023. 
hooks, bell. "Representing Whiteness in the Black Imagination." In Black Looks: Race and Representation. Boston: South End Press, 1992.
MBEMBE, Achille. Necropolítica. São Paulo: N-1 Edições, 2011.
RODRIGUES, João Pedro. O Corpo de Afonso. Curtametragem. Portugal, 2012.
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